segunda-feira, 13 de julho de 2009

Uma nova construção para um novo aprendizado de um mesmo saber

Falar sobre novas tecnologias é por vezes um assunto que parece interessante e até divertido, mas quando essa conversa é no âmbito educacional, inicia-se o embate que parece não ter uma equação comum e pior sem trazer um resultado que seja no mínimo satisfatório.
Quando surgem novidades que podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem a sensação que sinto é que chegou a salvação para a Educação. Sei que é só uma sensação e que não deveria ocorrer nesse ledo engano, mas às vezes preciso acreditar em algo que me mantenha na busca de melhorar meu fazer pedagógico.
O texto de Flavia Rezende deixa isso bem claro quando diz que o problema educacional advém de natureza social, política ideológica, econômica e cultural.
Diante da junção de novas tecnologias e a abordagem construtivista o embate torna-se uma queda de braço sem vencedores. De um lado professores sem capacitação para trabalhar com essas concepções modernas e muitos considerados tecnofobos, do outro lado, alunos que entendem profundamente dessas novas tecnologias, mas não as usam para sua educação ou melhoramento da qualidade de aprendizado.
O construtivismo visa auxiliar estudantes a se tornarem cidadãos reflexivos e dominantes do uso de seus conhecimentos, finalidade que a educação infelizmente está longe de solidificar. O professor por sua vez não consegue acompanhar a velocidade com que as tecnologias vão se modificando e sente-se cada vez mais perdido diante de um cronograma de estudos que diante da abordagem construtivista não tem uma fórmula e dificilmente terá, já que a via de movimento é do aluno para o professor.
A classe de professorado já admite que o construtivismo veio pra ficar mas, ainda há necessidades de clareza em alguns pontos como por exemplo, a avaliação voltada para as habilidades e proficiência em utilizar seus conhecimentos direcinados para sua contextualização. Qual a melhor maneira de fazer isso? Em comunidades carentes como contextualizar assuntos polêmicos vivenciados por esses alunos? São só alguns questionamentos que perpassam a mentes dos professores diante da necessidade de entender uma nova coletividade e, por conseguinte seu uso e abuso.
As faculdades e universidades hoje estão implantando disciplinas que atendam essa nova demanda da aprendizagem na formação de professores. Claro que o resultado dessas iniciativas ainda não serão sentida de imediato, pois na educação infelizmente as iniciativas andam a passos mínimos. Mas dependendo da minha atuação que amo a mudança, que amo o novo, que me sinto altamente realizada quando me mantenho estudando buscando continuamente me aperfeiçoar, todo e qualquer aluno que passar pelas minhas mãos, independentemente do salário que receberei, eles terão o que há de melhor na minha atuação pedagógica.

Uma nova construção para um novo aprendizado de um mesmo saber


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Meu primeiro blog

Essa é a primeira de muitas mensagens que postarei aqui, gostaria de poder contar com os comentarios e com a visitas dos meus ilustríssimos colegas de facul nessa nova empreitada tão divertida quanto instigante. No próximo semestre vou aproveitar para dividir com meus alunos opinioes e atividades. Vou melhorar muito minha aulas de inglês e estou torcendo para que eu consiga o que o CNA está querendo tanto dos seus alunos, mais horas em contato com o idioma anglo-saxão.

Beijos
Macinha de Açúcar - sou doce, doce, mas poço causar cáries. (kkkkkkkkkkkkkkkkk)